quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O CADERNO DE SARAMAGO

Por Madalena Silva


Para quem gosta de Saramago, há um novo sítio para o ler regularmente aqui na net: O caderno de Saramago, em http://caderno.josesaramago.org/, um blog sui generis já que o escritor se limita a criar os conteúdos cabendo a manutenção do blog a Pilar, Sérgio e Javier, tal como o próprio nos diz no breve editorial, ou apresentação, ou lá o que é o pequeno texto à margem.
Os comentários também estão fechados pelo que apenas temos a possibilidade de ler, não interagindo de modo nenhum com o escritor.
Mas ainda assim, não deixa de ser um prazer dispor de um novo texto do Saramago quase diariamente.
Aconselho vivamente a leitura do 1º texto, no dia 17 de Setembro que, como o próprio explica na nota introdutória, é uma espécie de carta de amor a Lisboa.
Quando o li, pensei de imediato n' O ano da morte de Ricardo Reis, em minha opinião o mais belo romance do nosso nobel.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

MORRA O PINTO, MORRA! PIM!

Por Madalena S.


Hoje, 7 de Outubro, da.puta.madre teceu um comentário ao post do Carlos Pinheiro sobre Paulo Teixeira Pinto, em 1 de Agosto.
Já leram? Não? Leiam. E depois expliquem-me.
Caro, ou cara, da.puta.madre: não consegui perceber tão grande zanga com o PTP.
Mas isso não invalida que também eu não goste do homem. Que, verdade se diga, não gosto.
Agora, será que é porque ele não é poeta? Ou, pelo contrário, porque ele é um poeta de truz?
Não acreditam?!
Atentem na notícia saída no Público em 18 de Janeiro passado: o homem entrou no bcp em 1995, foi promovido a presidente em 2005 e foi despedido dois anos depois, em 2007, o que lhe deu direito a uma indemnização de 10 milhões de euros e mais uma pensão anual vitalícia de 500 mil euros. Não sou eu que digo, é o Público que é um jornal sério.
Eu posso perfeitamente falar mal porque parte destas verbas sai dos juros que o bcp me come por me ter emprestado o "guito" para eu comprar a minha casa. Ou seja, também ajudo a sustentar o poeta!
Mas temos de ser sinceros - o que nos faz falar mal não é um bocadinho de inveja?
Convenhamos que um tipo que ao fim de 12 anos num banco consegue "negociar" a sua saída com estas condições, das quatro, cinco: ou é um ás do pedal, ou é um ás do pedal que ainda por cima conhece bem as bicicletas ilegais dos outros ases do pedal!
Portanto, poeta não será. Ciclista é de certeza. E editor? É? Ou não é? Comprou a Guimarães. Fui à net mas a página está em construção.
Procurei pela Atica. Não encontrei nada. O que é mau sinal porque significa que, mesmo que a informação lá esteja, está tão mal arrumada que é como se não estivesse.
De modo que decidi colocar à consideração geral, deixando um pequeno inquérito:
Avalie cada questão de 1 a 5, sendo que 1 é "não"; 2 é "nem não, nem sim, antes pelo contrário"; 3 é "que é que temos a ver com isso?"; 4 é "pois, 'tá bem, na volta cá te espero" e 5 é "caguei!"

1 - Paulo Teixeira Pinto é um poeta
2 - Paulo Teixeira Pinto não é poeta, mas faz poesia
3 - Paulo Teixeira Pinto é um tipo rico, não é poeta, nem faz poesia, mas é editor
4 - Paulo Teixeira Pinto não é editor
5 - Paulo Teixeira Pinto venceu o Tour de France mais vezes que o Lance Armstrong
6 - Paulo Teixeira Pinto pedala enquanto faz poesia e edita a biografia não autorizada do Joaquim Agostinho
7 - Paulo Teixeira Pinto é um Dantas, pim pam pum
8 - Morra o Pinto, Morra! Pim

Está aberto o debate.
Fico à espera dos comentários para criarmos aqui um Fórum de discussão em torno do PTP.

domingo, 5 de outubro de 2008

DINIS MACHADO, in memoriam.

Por Madalena Silva

Há algum tempo que estamos parados. As férias e o início dos estágios para muitos, e do trabalho e preparação de projectos para outros, fizeram com que o nosso blogue se acomodasse algures no sossego da rede em silêncio e quase sem se dar por ele.
Por outro lado, julgo que o facto da "criadora" do aspecto e da organização do blogue ter sido a Andreia, terá inibido os restantes no que respeita a actualizações diferentes do que sejam as simples mensagens e comentários.
Ora, como sabem, eu sou pouco inibida e se, até agora, a Andreia não lhe mexeu é porque certamente não pode e, como tal, alguém tem de se chegar à frente. O blogue é colectivo se bem estão lembrados.
E porquê hoje? - Perguntam vocês.
Por várias razões. - Respondo eu. A saber:
1 - Porque até hoje também não tinha tido tempo.
2 - Porque hoje é dia de comemorar a República e como já não há republicanos genuínos, daqueles que andaram aos tiros na rua (ao que parece o último conhecido finou-se no ano passado), alguém tem de assinalar as efemérides.
3 - Porque estou um bocado azul com este roubo descarado que constitui a coincidência de um feriado num domingo! Devia haver uma lei a proibir estas coisas.
4 - Porque (e esta é de facto a mais importante e a que deve verdadeiramente contar) não se pode ter um blogue sobre edição e não prestar tributo a Dinis Machado, falecido ontem aos 78 anos.
Transcrevo aqui a nota biográfica constante da badana da minha edição de O que diz Molero, publicada em Fevereiro de 1987 pelo Circulo de Leitores, com licença editorial por cortesia da Livraria Bertrand:
"Dinis Ramos Machado nasceu a 21 de Março de 1930, em Lisboa. Viveu no Bairro Alto até aos trinta e três anos. Foi jornalista desportivo no Record, no Norte Desportivo, no Diário Ilustrado e no Diário de Lisboa. Organizou no princípio dos anos sessenta, os primeiros ciclos de cinema da Casa da Imprensa e fez crítica de cinema na revista Filme onde "escrevi as minhas grandes primeiras asneiras verdadeiramente convencidas".
Praticou de tudo um pouco, do poema à entrevista, espalhado ao desbarato. Escreveu três livros policiais em 1967 (Mão Direita do Diabo, Requiem para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola) com o pseudónimo de Dennis McShade na colecção Rififi, que dirigia na altura. Publicou dez anos depois O que diz Molero, que teve treze edições, com cerca de cem mil exemplares vendidos. O livro foi traduzido em espanhol, búlgaro, romeno e alemão. Fez também adaptações e outros trabalhos para televisão. Publicou em 1984 o texto Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabirel Garcia Márquez, ilustrado por Fátima Vaz."
A actualização desta nota biográfica pode ser feita a partir de algumas notícias saídas entre ontem e hoje nos periódicos nacionais:
Correio da Manhã
Lusa
TSF online
RTP
DN
PÚBLICO
RR

Deixo ainda o link para a entrevista publicada no P2 do Público, no dia em que fez 77 anos e cuja leitura recomendo vivamente.
A concluir, direi que independentemente de todos os textos que escreveu e publicou, e que merecem ser lidos, O que diz Molero é igualmente leitura obrigatória e devia constar dos manuais escolares. (Não sei se consta, mas a fazer fé nos decisores da educação neste país, tenho sérias dúvidas. Alguém me diga se estou enganada que eu farei aqui publicamente a minha contrição.)
Por isso, como TPC para todos os meus colegas: ler, ou reler, O que diz Molero.
E um obrigado ao Dinis Machado, por ter escrito este e outros.



sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sites novos

Por Carlos Pinheiro

Para quem gosta de ler Fernando Pessoa e José Saramago, aqui ficam dois novos endereços que vos podem agradar. A propósito do primeiro, a Casa Fernando Pessoa acaba de renovar o seu site oficial (e bem, já não era sem tempo), dando uma lufada de ar fresco para a instituição cultural liderada por Inês Pedrosa. O design do novo endereço electrónico (http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/) é da responsabilidade do famoso ilustrador Henrique Cayatte. Nele, podem encontrar informação sobre a programação cultural, elementos biográficos sobre o poeta, um arquivo de poesia, uma biblioteca e algumas hiperligações úteis. Quanto ao segundo, trata-se do blogue oficial da Fundação José Saramago (http://fundjosesaramago.blogspot.com/), com notícias e outros conteúdos referentes ao escritor e à sua obra, e que confere a possibilidade aos cibernautas de trocarem impressões entre si e de deixarem comentários sobre os textos saramaguianos que mais os marcaram.

Novo curso sobre edição

Por Carlos Pinheiro

Para quem gosta mesmo de edição, há mais uma opção na área da formação superior. A Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa acaba de lançar para o ano lectivo 2008/2009 um novo curso sobre edição intitulado Pós-Graduação em Edição: Livros e Novos Suportes Digitais. Apesar de não conferir o grau de mestre, e após uma análise do plano de estudos do novo curso, creio que este até terá (teoricamente) algumas vantagens em relação ao "nosso":

1) Há uma cadeira semestral exclusivamente dedicada à revisão e preparação de um livro desde o original manuscrito até à cópia final para a impressão;

2) Há um conjunto de três cadeiras que se articulam umas com as outras de uma forma muito bem pensada: Marketing do Livro, Gestão Editorial e Estratégia Editorial. No fundo, passámos o ano inteiro a queixarmo-nos desta lacuna, não foi?

3) Há uma cadeira semestral exclusivamente dedicada à paginação, sendo a principal ferramenta electrónica de apoio o InDesign e já não o velhinho QuarkXPress, que tantas dores de cabeça nos causou, se bem se recordam.

Bem, não quero que fiquem tristes a pensar que, no fim de contas, escolheram mal o curso. Se não tivesse sido assim, não nos teríamos conhecido... E depois, se se sentirem insatisfeitos com a formação que receberam na Nova, podem sempre repetir a dose e fazer o novo curso da Católica. Também é só um ano e nem tem estágio nem projecto final...

Novamente o "Kindle"

Por Carlos Pinheiro

Pois é, esta nova tecnologia parece mesmo que veio para ficar e revolucionar o nosso modo tradicional de ler. A revista "Actual" de 26 de Julho de 2008 (suplemento do Expresso) contém um pequeno artigo sobre as qualidades e as potencialidades deste nova ferramenta electrónica auxiliar da leitura, onde também se diz, como seria de esperar, que o e-reader não irá destronar totalmente o livro em papel, apenas será um complemento desse objecto que há séculos domina na nossa cultura.

Entrevista a Paulo Teixeira Pinto

Por Carlos Pinheiro

Não há dúvida, Paulo Teixeira Pinto é um dos homens do momento. A edição do mês de Julho da revista Os Meus Livros traz uma entrevista interessante sobre o actual dono da Ática e da Guimarães Editores. Destacam-se alguns pormenores curiosos sobre a sua vida e sobre o modo como entrou no mundo da edição. Por outro lado, a sua aposta na qualidade dos livros que publica é indiscutível. Segundo uma outra fonte que não vou citar por não me recordar ao certo, PTP comprou os direitos de exploração da livraria da Biblioteca Nacional de Portugal durante dois anos e prepara-se para abrir nos próximos meses uma outra no Centro Cultural de Belém, esta última especializada em livros de arte de grande qualidade. Que mais fará este homem?

sábado, 26 de julho de 2008

E VIVA A LÍNGUA PORTUGUESA!!

Por Madalena Silva

"Os líderes da comunidade aprovaram também a declaração "A Língua Portuguesa: Um Património Comum, Um Futuro Global", realçando a importância da concertação, a nível da CPLP, na prossecução de políticas linguísticas que projectem e afirmem a Língua Portuguesa internacionalmente e sejam adequadas à situação de cada Estado-membro."
in, Público, 25/07/2008
Esta novidade constitui um parágrafo de uma notícia saída no Público.
E deixou-me a pensar. (Será que é isso que eles pretendiam?)
Então fui à procura de mais novidades e encontrei as "propostas" do Engº para o tempo da presidência portuguesa da CPLP.
E fiquei muito mais descansada. Eles têm tudo pensado. Os anglo-saxónicos que se acautelem. E os chineses que se "achandrem"! Podem ser não sei quantos milhões ou biliões ou lá o quê, mas não nos vão fazer engolir os ditongos e as vogais abertas, nem empurrados com pauzinhos!
A proposta que eu mais gostei foi a da criação de uma rede de escolas em todos os países. Sobretudo se os manuais de língua portuguesa contiverem os magníficos textos que continham há uns tempos sobre o "Big Brother". Não sei se se mantêm. Posso estar a ser mázinha! Digo eu, sei lá! Prontos!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

FLIP


Só para vos meter um bocadinho de inveja - aproveitando as mensagens que a Walmira tem mandado - e para vos desejar umas boas férias a todos.

Filipa Magalhães

sexta-feira, 27 de junho de 2008

LIVROS A 20 CÊNTIMOS ?!!?

Por Madalena Silva

Pois é!
Quem o diz? O Blogtailors e o Diário Digital. Quem o faz? Ao que parece a Biblioteca Municipal da Azambuja. Para libertar espaço e renovar o catálogo.
Mesmo com o gasóleo ao preço proibitivo do caviar e das trufas brancas do Piemonte - que no Outono passado atingiram os 7 mil euros o kilo - se calhar compensa dar uma passeata até à Azambuja.
É nos dias 27 e 28 de Junho.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

WE ARE THE CHAMPIONS!! (of the World)

Por Madalena Silva


Eu não podia deixar passar! Está-me na massa do sangue como se costuma dizer.
Ao João tenho de agradecer a extraordinária ideia de reabilitar o nosso Demis! Viva o Demis e quem o apoiar.
Mas não ficava bem com a minha consciência ultrapositiva (não esquecer a minha máxima de vida que é: De véspera, quem tem de se ralar é o peru!) se vos deixasse partir para férias com uma cantiga de adeus.
Por isso, aqui deixo aquela que considero que melhor nos retrata no final deste primeiro ano de Mestrado.
E que, simultaneamente, é uma prenda do coração para o nosso Nuno!
(Desculpem-me a preferência mas o Nuno é meu colega de grupo de trabalho e diz que é de direita. Para uma mulher de esquerda assumida como eu - esquerda mesmo esquerda, não é esquerda ao centro e meio campo a rematar para a baliza!! - um colega de grupo de direita é um desafio. No final do mestrado espero ter conseguido que o Nuno assine o Avante! que, para todos os efeitos, é uma publicação periódica.)

Portanto, vejam, oiçam, embebam-se do espírito da coisa! We are the champions!


E fica a minha proposta: o nosso mestrado só acaba para o ano. Este blogue é para continuar. Eu vou continuar a deixar cá coisas. Desafio-vos a todos a fazer o mesmo.

Será o nosso Ponto de Encontro das férias.

Um grande abraço para todos.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Gudbai mai lâve, gudbai!

Por: João Santos

(ler com a música ligada - clicai, por favor)



Pois é, o blog vai de férias.
Ficam as recordações, os posts gigantescos, os erros ortográficos, a sintaxe ignorada, as discussões nos comentários, o layout formatado da blogspot (em tons de azul), ficam as pérolas de sabedoria, os textos não uniformizados, fica a frase do Mallarmé que nem sequer é verdade (é mentira, é verdade), fica o arquivo a lembrar-nos que em 2007 existiram 17 entradas de texto, fica o meu nome ali em cima (à direita, em itálico) a garantir-me direitos autorais inalienáveis, fica o sorriso parvo por causa da palavra inalienável que, inicialmente, escrevi deste modo

ANALIENÁVEL

levando-me a ponderar a hipótese de um possível deslize freudiano, enfim, fica o Demis Roussos (porque todas as desculpas são boas para ouvi-lo).


Meus caros, voltaremos algures em Setembro.
Até lá, despedimo-nos com amizade


os Mestrandos.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Trova do Vento que Passa - Poema de Manuel Alegre

Por Andreia Azevedo





Uma homenagem, embora já atrasada, ao 10 de Junho.
Aqui fica uma lembrança, uma mensagem e uma música que aprecio bastante.

domingo, 8 de junho de 2008

Por Andreia Azevedo

Um livro com um prefácio do autor é mau?

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Mestre Goga

Cito David Rodrigues:

"Mestre Goga, um dos expoentes cimeiros da poesia Haiku no Brasil, faleceu há dias com 97 anos. Este poeta deu uma incansável e inestimável contribuição para a divulgação do Haiku em português. Deixo aqui a minha simples homenagem:

Tinha-me esquecido
que deste caqui só fica
a lembrança. "

O editor não se pode esquecer dos autores de Literatura que não vende, dos marginais.

ÀS QUARTAS, COM O PÚBLICO

Por Madalena Silva

Um clássico é sempre um clássico! E o herói Blueberry é definitivamente um clássico da BD.
Saiu hoje o primeiro da colecção, com o Público, numa edição da ASA. É um conjunto de 18 livros de uma BD realista franco-belga - uma grande escola - cuja criação remonta aos anos sessenta e que conta as aventuras de um soldado americano que na maioria das vezes puxava mais para os índios. Como eu sempre gostei de quem é do contra, sou fã. Custam 5,90€ o que para álbuns de BD até é um bom preço.
E já agora, gostava de saber a opinião dos meus jovens e ilustres colegas: ainda se aprecia este tipo de BD, com estes heróis de cowboiada fora do contexto em que foram criados, na geração de sessenta que fez o Maio de 68 e o Flower Power e o Make Peace not War, e Vilar de Mouros (o verdadeiro, o primeiro, o que não tinha casas de banho descartáveis porque nem havia ASAE)?
Digam lá se as Edições ASA e o Público apostaram no cavalo certo quando escolheram este clássico para reeditar.
(As edições antigas eram da Dargaud e julgo que mais recentemente a Méribérica terá editado também alguma coisa mas não tomem isto como garantido porque não investiguei a fundo.)
Por Andreia Azevedo

Um sugestão sobre a definição de mundo editorial, tendo por base uma célebre frase de Da Vinci (1):"A arte nunca acaba, apenas é abandonada".




(1) Na Rua da Escola Politécnica (Museu da Ciência) a exposição - Leonardo da Vinci - o Génio - Aqui

terça-feira, 3 de junho de 2008

Literatura e Humor

Por Carlos Pinheiro

Em tempo de crise, nada melhor do que aproveitar os bons momentos da vida para descontrair e rir um pouco. Inserida numa série de iniciativas levadas a cabo pela Bertrand do Chiado com vista à promoção da leitura, eis a conferência intitulada "O Humor na Literatura" que contará com a presença de Ricardo Araújo Pereira, Rui Zink e Paulo Nogueira (qualquer deles dispensa apresentações). Vai ser certamente uma oportunidade para soltar umas boas gargalhadas e descobrir novos motivos para se ler os livros com mais alegria e mais prazer. Dia 5 de Junho (5.ª feira) às 18h30m na Bertrand do Chiado.

domingo, 1 de junho de 2008

Encadernação de Livros

Por Andreia Azevedo

Tendências a mudar?

Por Andreia Azevedo

Nova Iniciativa Leya...

Hoje - no canal 1 - Simone de Oliveira declamou teatralmente um poema de Álvaro de Campos.
No final da declamação apareceu o emblema da Leya em alto-relevo, bem como a indicação de que a ideia foi concebida pela Inês Pedrosa.
Engraçado, uma das primeiras coisas que aprendemos no início do Mestrado foi o facto do editor quase não aparecer, certo?
Partindo dessa ideia e após ter visto a reportagem sobre a expansão das "marcas brancas" (RTP), ocorre-me neste momento o seguinte...
Não será a "velha máxima" da constante exibição, um modelo que começa a entrar em declínio?