sexta-feira, 16 de maio de 2008

Nova Novela: As comadres histéricas!

Por Andreia Azevedo

Ora vamos lá resumir a nova novela mexicana que estreou para os lados do Parque Eduardo VII:



As comadres histéricas:



O grupo Leya decide que não vai à Feira do Livro. Depois já vai, mas com pavilhões próprios e autorizados pela Câmara de Lisboa.
Depois já não vai porque a APEL não autoriza que se utilizem pavilhões diferentes.
Segue-se um comunicado por parte da APEL cujo destinatário é a Câmara de Lisboa. No respectivo comunicado a APEL explica o porquê da recusa dos pavilhões.
Entretanto a Gradiva e as Publicações Europa América desvinculam-se do UEP, alegando não concordar com o comportamento do Grupo Leya.
Fala-se em seguida em suspender a Feira do Livro, mas a APEL apela à CML para que não o faça, visto ser um acontecimento cultural de cunho muito importante.

(continua...)


Não percam o próximo episódio, neste blogue, sempre perto de si!

3 comentários:

Rui Z disse...

Um amigo meu, profissional do ramo, fez um belo comentário aos autores deste blog. "Comecei por achar banal, mera reprodução das notícias que saíam, mas agora começa a ver-se pensamento crítico, que já há uma reflexão pessoal acerca dos temas."
Ora bem.

Dinis Lapa disse...

Professor, ficamos todos contentes.

Entretanto, este episódio da Feira do Livro de Lisboa toma contornos execráveis. A pressão duma criança aos berros por excesso de mimos é mais forte que a importância da Feira em si? Se dermos o que a criança deseja desde cedo, transformar-se-á num adolescente imberbe e ditador.
A CML tem de resolver isto, senão para que servem os políticos?

Drekas disse...

Os políticos servem de adorno numa barraca que precisa de dinheiro para comprar carros topo de gama.

Dinis: a criança lá levou a sua avante. Ninguém lhe dá as palmadas que há muito anda a pedir.

Professor, quanto ao comentário do seu amigo, só tenho a dizer: os génios têm sempre a capacidade de surpreender! hehehe.
Obrigada!